No século VI, São Bento fundou a ordem Beneditina tornando a música como uma constante na vida dos religiosos, seja missa ou no ofício divino (ofício das horas).
Nesta época não existia escalas e sim modos. Os modos gregos eram o eólio e jônico, os gregos concebiam a música como uma função social, por exemplo, para as guerras usavam o jônico, para festas outros e assim por diante. Os modos eclesiásticos eram os gregos só que modificados devido às guerras e invasões daquela época, eles eram: modo dórico(autêntico), frígio, lídio e mixolídio.
Nessa época o sistema musical era passado "oralmente" e o ritmo musical era subordinado ao texto que em latim quer dizer prosódia musical.
Com relação a parte teórica, a pauta era o tetragrama; as duas claves(dó e fá) eram colocadas em quaisquer linhas; notação neumática, abecedária e quadrada(todas passadas por tradição, assim como o andamento, ritmo e performance musical) e as pausas eram as cesuras.
A Missa foi uma das principais formas musicais.
As mesmas músicas tocadas na igreja também eram tocas nas cortes, só que com letras depravadas.
Quanto à sua estrutura, a música era composta por frases curtas e repetidas por grupos instrumentais alternados: tutti e ripieno, assim o tema era executado por todo o conjunto e depois repetido por apenas alguns instrumentos e suas famílias, proporcionando a execução, a possibilidade, dinâmica, intensidade, variação e timbre.
Além dos músicos, os aristocratas também podiam fazer música contanto que tivessem um ótimo relacionamento com o clero.
Apesar de ser somente permitido vozes masculinas, há composições com acompanhamento de vozes infantis e femininas através de uma interpretação moderna a pedido do Vaticano, como as missas festivas(Missa do galo...).
O canto gregoriano acaba por resultar no organum cujo plural é organa, logo o organum tinha como base o cantochão preexistente, eles eram:
Ana Claudia Rocha.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A Música na Idade Média
Postado por Primeira turma de Técnico em Música da Escola Barão do Rio Branco em Blumenau às 23:15 0 comentários
Marcadores: Idade Média
Idade Media!
Com a queda do Império Romano e a implantação do cristianismo, a igreja passa a ter um papel fundamental para o desenvolvimento e evolução da música, pois são os monges que, nos mosteiros e depois dos gregos, continuam a desenvolver a escrita e a teoria musical.
São os cânticos litúrgicos vocais e de transmissão oral que fazem parte do repertório mais usado na musica da Idade Média. Estes cantos litúrgicos variavam nas suas interpretações consoante a raça, a cultura, os ritos e os hábitos musicais dos diversos povos.
Sentindo necessidade de unificar e de fortalecer o cristianismo, São Gregório Magno, monge beneditino e eleito papa em 590, compilou e seleccionou uma série de cânticos litúrgicos com qualidade e dignos de culto. Foi neste sentido que reuniu alguns cânticos já existentes e outros de sua própria autoria numa colectânea que intitulou de Antifonário.
A esta forma de cantar deu-se o nome de Canto Gregoriano, que era basicamente uma forma de oração para demonstrar o amor a Deus. Este canto tinha uma melodia simples que seguia o ritmo das palavras.
Nesta época começa a haver uma grande separação entre a música religiosa e a música popular. Uma das grandes diferenças entre elas está nos instrumentos que são usados em ambas. Na igreja apenas o órgão era permitido, enquanto que na música não religiosa ou chamada profana usavam-se: a rabeca, o saltério, o alaúde, a charamela, a flauta, a gaita de foles, a sanfona, a harpa, os pratos, os pandeiros, os tambores,...
By Evandro
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Marcadores: Idade Média
quarta-feira, 6 de maio de 2009
O cheiro das rosas
Saindo um pouco da formalidade, é interessante ressaltar que apesar das belas manifestações artísticas através da pintura e tapeçaria, a Idade Média também pode ser lembrada pelo seu odor, que não era nada agradável. Durante o período, muitas pessoas casavam-se no mês de junho, um mês após o seu primeiro banho do ano. Assim, o cheiro ainda estava “mais ou menos” suportável para o cônjuge. Porém, como os odores do início do verão já começavam a se destacar, as noivas tinham o costume de carregar buquês de flores junto ao corpo, para disfarçar. Provavelmente por isso maio é considerado o mês das noivas e existe a tradição do buquê. Até os mortos, coitados, entraram para a história. Algumas vezes, ao abrir os caixões, familiares percebiam que havia arranhões nas tampas pelo lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de amarrar uma tira no pulso do defunto, que ficava amarrada num sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Assim, ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, como usamos hoje.
por Eduardo Pereira
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Música Na Idade Média - Alaúde
A musica na Idade Média era bastante diferente do que hoje temos por convencional. Um dos instrumentos largamente utilizados no período foi o Alaúde. As origens do alaúde não são concretas. Vários tipos de alaúdes eram usados nas antigas civilizações Egípcia, Hitita, Grega, Romana, Búlgara, Gandaresa, Turca, Chinesa e Arménia/Siliciana. O alaúde atingiu a sua forma familiar, no início do século VII, na Pérsia, Arménia, Bizâncio e no mundo Árabe.


Postado por Primeira turma de Técnico em Música da Escola Barão do Rio Branco em Blumenau às 11:18 0 comentários
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Música na Idade Média (1400 a 1450)
Os menestréis eram cantores, músicos e malabaristas que andavam de terra em terra juntamente com os saltimbancos. Já os trovadores eram nobres que compunham música e poesia tendo como tema preferido, para as suas composições, o amor.
Laís Sedrez Stein
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Era Medieval
Com grande enfoque religioso, é na musica medieval que se inicia com maior força a distinção da música divina e profana feita pela Igreja, onde se iniciam os Cantos Orfeônicos (corais) através do Cantochão e outras formas musicais.
Dado o início da escrita musical começa-se a possuir uma forma de registro e ensinamento da música mais exato que anteriormente. Com uma música de maior expressão vocal, tem-se ainda pouco uso dos instrumentos musicas, os quais começam a ganhar formas com flautas, trombetas, alaúdes, entre outros.
Outro grande auge da época é a arquitetura gótica, que possibilitou maior luminosidade e altitude nas construções, principalmente de Igrejas, e que além de proporcionar o aumento no ambiente acabou por gerar uma acústica até hoje aclamada para as músicas cantadas e executadas nesses ambientes.
Alguns compositores da época são:
Hidegarda de Bingen (1098 - 1179)
Leonin (1135 - 1201)
Perótin (1160 - 1236)
Adam de la Halle (1237 - 1288)
Philippe de Vitry (1291 - 1361)
Guillaume de Machaut (1300 - 1377)
John Dunstable (1390 - 1453)
Guillaume Dufay (1397 - 1474)
Johannes Ockeghem (1420 - 1497)
Abaixo, um Moteto, estilo musical da época, em formato de Organum Melismático, onde se canta uma única sílaba em um grupo de notas e já existe a presença de várias vozes distintas, de nome 'Alleluia Nativitas' composto por Pérotin em uma gravação executada pelo "The Hilliard Ensemble" coral.
Osnildo Junior
Postado por Primeira turma de Técnico em Música da Escola Barão do Rio Branco em Blumenau às 11:31 0 comentários
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
Música de Igreja e Idade média
Música de Igreja e Idade média!!!
http://www.youtube.com/watch?v=Vb9-SCU6dvE
Diogo Antenor Linhares Booz
Postado por Primeira turma de Técnico em Música da Escola Barão do Rio Branco em Blumenau às 14:07 0 comentários
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